(image)Créditos: Reprodução/Instagram/@jau_oficial<b>Jau</b>lançou nesta semana“”, seu novoprojeto audiovisualgravado na Fábrica Cultural, em Salvador. A produção chega como uma prévia do clima de verão e reúne sucessos que prometem embalar a estação, além de celebrar a trajetória do cantor na música baiana. Entre as faixas do repertório estão clássicos já conhecidos do público, como “Café com Pão” e “Flores da Favela”.(iframe)O audiovisual conta com 32 faixas e tem como ponto alto a música “Ribeira”, composição criada há mais de 10 anos e que, segundo o artista, aguardava o momento ideal para ser lançada. Jau também incluiu releituras especiais, como “Mais que Nada”, de Jorge Ben Jor; “Princesa”, de Bell Marques e Wandinho Marques; e “Mania de Você”, de Rita Lee e Roberto Carvalho. Em suas redes sociais, o cantor celebrou o novo passo na carreira e compartilhou trechos do projeto, já disponível no YouTube.Com swing, poesia, samba-reggae, MPB e a baianidade que marca sua obra, o audiovisual traduz a essência do artista e sua ligação afetiva com Salvador. “É a Bahia em cada detalhe, em cada acorde, em cada olhar”, escreveu Jau em seu canal.Relembre a trajetória de JauJau iniciou a carreira no final dos anos 1980, nos festivais de música do Olodum, e ingressou no grupo aos 17 anos como autor e intérprete. Foi nesse ambiente criativo, marcado pela força dos blocos afro baianos, que o artista consolidou sua identidade musical e ganhou projeção internacional. Ao lado do Olodum, participou de festivais como Montreux, WOMAD e Musiques Métisses, além de dividir o palco com nomes como Tracy Chapman, Joan Baez e Paul Simon. Autor de composições emblemáticas como “Canto ao Pescador” e “Jeito Faceiro”, teve suas músicas gravadas por grandes artistas da cena baiana, tornando-se um dos principais representantes da estética afro-baiana.Em 2005, ampliou sua presença no cenário musical ao criar a banda Afrodisíaco, que rapidamente emplacou sucessos como “Já é” e “Café com Pão”. A partir daí, consolidou-se em carreira solo, acumulando canções de grande repercussão, como “Flores da Favela”, “Amar é Bom” e “Se Joga”. Com uma obra marcada pela originalidade poética e pela elegância melódica, Jau conquistou público em toda a Bahia e em outras regiões do país. Hoje, é considerado uma das vozes mais influentes da música afro-pop-baiana, celebrado pela constante reinvenção e pela contribuição fundamental à cultura musical do estado.